História - Comunidade Cristo Rei

A primeira Celebração na comunidade  foi realizada em 2008 na casa de dona Nilza  e Sebastião, localizada  na av. das Lélias, 964, no Sítio São José – Bairro Santo Antonio. A celebração da palavra de Deus foi realizada pelo Diácono Antonio Vicente.
A primeira Missa foi Celebrada em 25 de novembro de 2012, presidida pelo Padre Arno e Diácono Antonio Vicente, realizada na chácara São Carlos, situada na Rua Três, nº 275, Bairro Santo Antonio de propriedade do  casal Ilson Xavier Cotrin e esposa Maria.
A segunda Missa foi Celebrada em 27 de agosto de 2013, presidida pelo Padre Arno e Diácono Antonio Vicente, realizada na Chácara São Carlos, no mesmo local da  1ª Missa.
A primeira participação da Comunidade em um Tríduo aconteceu em  28 de maio de 2014, às 19h30,  realizado na casa de Dona Antonia e Paulo, no Jardim Bahia, o Tríduo foi em homenagem a Padroeira Rainha dos Apóstolos. 
A partir do mês de julho de 2014, as Missas começaram a ser realizadas todo quarto domingo do mês no Jardim Bahia.
Em setembro de 2014, Ilson, dona Terezinha e Vany criaram o Grupo de Oração São José.
No dia 30 de novembro de 2014, às 16h00, na residência de Dona Vany e Lúcia foi celebrada a Missa para escolha do nome do Padroeiro da comunidade, presidida pelo Padre Jurandir e Diácono Antonio Vicente. Estiveram presente 44 pessoas onde houve a votação para eleger o Padroeiro. A primeira apuração dos votos ocorreu empate entre os nomes: Nossa Senhora Aparecida e Cristo Rei. Convocaram uma criança, Maria Fernanda de Souza Andrade, para fazer mediante sorteio o desempate, e o nome que saiu foi Cristo Rei.
Neste mesmo  dia anunciou-se a compra de um terreno no Jardim Bahia, adquirido pelas seis comunidades da Paroquia Nossa Senhora de Lourdes. Após a celebração e escolha do Padroeiro houve uma confraternização.
Em 22 de dezembro de 2015, no Jardim Bahia, aconteceu o primeiro Tríduo em homenagem a Cristo Rei, e também a cerimonia de lançamento da pedra fundamental e fixação da Cruz no terreno da comunidade. Antes da  missa, que foi celebrada pelo Padre Fernando e co-celebrada pelo Pe. Jurandir, os fiéis percorreram o bairro em carreata com o Padroeiro, “Cristo Rei”, em carro aberto.
Durante a Celebração, o celebrante, coroinhas, cerimoniários e mais sete membros da comunidade foram até o local designado para fixação da cruz e pedra fundamental. Acompanhado de canto e queima de fogos a cruz foi erguida e enterrada e em seguida toda a assembleia voltada para a  cruz fizeram a profissão de fé. Neste evento participaram 230 pessoas.
No dia 28 de fevereiro de 2016, (domingo)  Padre Jurandir e Diácono Antonio Vicente  celebraram a Missa na casa de Dona Lia, na Avenida Lélias, 1567, Sítio São José.
Neste dia ficou definido que as Missas e Celebrações da Palavra de Deus acontecerão todo 2º e 4º sábado do mês no horário das 18h00, e cada  vez em uma casa, e  Sr. Mauro da administração apresentou a escritura do terreno aos membros que administrarão a comunidade Cristo Rei

A Comunidade Cristo Rei é formada pelos bairros Jardim Bahia (Serra dos Cristais) e Sitio São José.
Um dos primeiros moradores do Jardim Bahia foi o casal Lourival e Lucilena. Ela conta que pagava aluguel e trabalhava com a venda de materiais recicláveis. Tinha um terreno  no local e escreveu ao programa do”Gugu” da TV Record,  e foi agraciada por Deus, e contemplada pelo programa que construiu uma casa em seu terreno. Morou mais de um ano no bairro sem vizinho algum, e tinha que caminhar mais de um quilômetro para colocar seu lixo em local onde passava a coleta municipal.
Hoje Dona Lucilena tem um jardim em frente sua casa, é uma senhora muito cuidadosa e de muita fé, participa do grupo de oração  e das celebrações do bairro.

Depoimento de Moacir e sua esposa dona Judite, moradores há 15 anos no Sitio São José.
O casal lembra das dificuldades quando vieram morar no bairro, o qual não tinha água encanada, asfalto e outras infraestruturas necessárias para habitar. O local tinha muito  brejo  e existia plantação nos fundos de sua casa.
As terras eram dos padres Salvatorianos e foi vendida para Sr. Osvaldo Casa Matta, já falecido.


Primeiros moradores do Sítio São José.
Uns dos primeiros moradores do Sitio São José foi o casal Claudemir e Magali, eles chegaram no mês de agosto de 2000. As terras deste local era o Sitio dos Padres Salvatorianos que foram vendidas para Osvaldo Casa Matta e Roque Aizza, e que o dinheiro foi destinado ao Colégio Salvatoriano em Roma, no valor de aproximadamente quinhentos mil reais.
Claudemir fala que mudou para o bairro e não tinha energia elétrica e utilizava a água de uma bica  para consumo. Certo dia com a visita da Sabesp foi realizado analise na água e constatou que a mesma não era potável.

 

 

A Comunidade Cristo Rei é formada pelos bairros Jardim Bahia (Serra dos Cristais) e Sitio São José.
Um dos primeiros moradores do Jardim Bahia foi o casal Lourival e Lucilena. Ela conta que pagava aluguel e trabalhava com a venda de materiais recicláveis. Tinha um terreno  no local e escreveu ao programa do”Gugu” da TV Record,  e foi agraciada por Deus, e contemplada pelo programa que construiu uma casa em seu terreno. Morou mais de um ano no bairro sem vizinho algum, e tinha que caminhar mais de um quilômetro para colocar seu lixo em local onde passava a coleta municipal.
Hoje Dona Lucilena tem um jardim em frente sua casa, é uma senhora muito cuidadosa e de muita fé, participa do grupo de oração  e das celebrações do bairro.
Depoimento de Moacir e sua esposa dona Judite, moradores há 15 anos no Sitio São José.
O casal lembra das dificuldades quando vieram morar no bairro, o qual não tinha água encanada, asfalto e outras infraestruturas necessárias para habitar. O local tinha muito  brejo  e existia plantação nos fundos de sua casa.
As terras eram dos padres Salvatorianos e foi vendida para Sr. Osvaldo Casa Matta, já falecido.
Primeiros moradores do Sítio São José.
Uns dos primeiros moradores do Sitio São José foi o casal Claudemir e Magali, eles chegaram no mês de agosto de 2000. As terras deste local era o Sitio dos Padres Salvatorianos que foram vendidas para Osvaldo Casa Matta e Roque Aizza, e que o dinheiro foi destinado ao Colégio Salvatoriano em Roma, no valor de aproximadamente quinhentos mil reais.
Claudemir fala que mudou para o bairro e não tinha energia elétrica e utilizava a água de uma bica  para consumo. Certo dia com a visita da Sabesp foi realizado analise na água e constatou que a mesma não era potável.

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